
O autor apresenta uma carta que visa defender o libertarianismo e refutar argumentos contrários. Ela prova logicamente que:
1. O libertarianismo é irrefutável.
2. A “ética cristã” defendida pelo professor de lógica Victorelli é uma aberração lógica.
O autor também destaca que:
– Sua abordagem é original e corrige semioticamente os argumentos de Hans Hoppe e Murray Rothbard.
– A carta não é um tratado de ética.
– Ele não se considera libertário, mas defende a ética libertária por ser uma descrição da realidade.
O autor também menciona que desenvolveu o Princípio da Consciência, que é o argumento central da carta, e que busca elucidar os fenômenos correspondentes à tese hoppeana utilizando apenas teoria dos signos.